Prestações da casa mantêm-se estáveis em março com Euribor acima de 2%.
Crédito à habitação: estabilidade da Euribor mantém prestações da casa praticamente inalteradas em março
As prestações do crédito à habitação mantêm-se praticamente inalteradas em março de 2026, refletindo a atual estabilidade das taxas Euribor, o principal indexante dos contratos com taxa variável em Portugal. Apesar de ligeiras oscilações nos mercados financeiros, o impacto nas mensalidades pagas pelas famílias é residual.
Euribor estabiliza e prestações acompanham tendência
Depois de um período de forte volatilidade, a Euribor apresenta agora variações mínimas, situando-se ligeiramente acima dos 2% nos principais prazos (3, 6 e 12 meses). Esta evolução está alinhada com a política monetária do Banco Central Europeu, que tem mantido as taxas diretoras estáveis, acompanhando a desaceleração da inflação na zona euro.
Esta conjuntura traduz-se numa manutenção das prestações da casa para a maioria dos contratos revistos em março, tanto para novos créditos como para financiamentos já em curso.
Simulação de crédito à habitação em março de 2026
Tendo como referência um crédito à habitação de 150.000 euros, com prazo de 30 anos e spread de 1%, os valores estimados para março são os seguintes:
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Euribor a 12 meses: cerca de 650 euros por mês (menos 2 euros face a fevereiro)
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Euribor a 6 meses: aproximadamente 643 euros mensais (valor idêntico ao mês anterior)
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Euribor a 3 meses: cerca de 633 euros por mês (menos 1 euro comparativamente a fevereiro)
Estas diferenças pouco expressivas confirmam um cenário de estabilidade nas prestações do crédito à habitação, um fator relevante para o orçamento das famílias portuguesas.
O que muda para quem já tem crédito?
Para contratos com revisão indexada à Euribor a 12 e 3 meses, poderá verificar-se uma ligeira redução na prestação mensal. Já nos contratos indexados à Euribor a 6 meses, alguns agregados poderão sentir um pequeno aumento, dependendo da data da última revisão e da taxa anteriormente aplicada.
Importa sublinhar que o impacto concreto varia consoante o capital em dívida, o spread contratado e o prazo remanescente do empréstimo.
Mercado de crédito à habitação em Portugal: cenário de maior previsibilidade
A estabilidade das prestações da casa em março reforça sinais de maior previsibilidade no mercado de crédito à habitação em Portugal. Após um ciclo de subida acentuada das taxas de juro, o atual contexto permite às famílias uma gestão financeira mais equilibrada, ainda que os valores permaneçam superiores aos registados antes de 2022.
Para quem pondera contratar crédito à habitação, este poderá ser um momento de maior segurança na projeção de encargos mensais, embora a evolução futura da Euribor continue dependente das decisões do Banco Central Europeu e do comportamento da economia europeia.
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Isenção de IMT Jovem já apoiou mais de 77 mil jovens na compra da primeira habitação em Portugal.
Medida do Governo reforça acesso à habitação própria com isenção fiscal e garantia pública no crédito à habitação
A Isenção de IMT para jovens até aos 35 anos já permitiu que mais de 77 mil jovens beneficiassem de apoio fiscal na compra da primeira habitação própria e permanente em Portugal. A medida, integrada no pacote de políticas públicas de apoio à habitação, inclui também a isenção de Imposto do Selo (IS) e um regime de garantia pública no crédito à habitação.
De acordo com dados divulgados pelo Governo de Portugal, esta iniciativa tem contribuído de forma significativa para facilitar o acesso dos jovens ao mercado imobiliário, reduzindo os custos iniciais associados à aquisição de casa própria.
O que é a Isenção de IMT?
O IMT — Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis — é um imposto pago no momento da compra de um imóvel em Portugal. A isenção agora em vigor permite que jovens até aos 35 anos não paguem IMT (total ou parcialmente) na aquisição da sua primeira habitação própria e permanente, desde que cumpram determinados critérios legais.
Simultaneamente, aplica-se a isenção de Imposto do Selo, reduzindo ainda mais os encargos iniciais da compra.
Quem pode beneficiar da Isenção de IMT Jovem?
Para ter acesso à isenção, é necessário:
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Ter até 35 anos à data da escritura;
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Adquirir a primeira habitação própria e permanente;
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Não ser proprietário de outro imóvel habitacional;
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Respeitar os limites de valor de aquisição definidos por lei;
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Cumprir os requisitos fiscais aplicáveis.
O benefício pode ser total ou parcial, dependendo do valor do imóvel e dos escalões aplicáveis em sede de IMT.
Qual o impacto da medida?
Segundo os dados oficiais:
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Mais de 77 000 jovens já beneficiaram da medida;
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Em 2025, cerca de 60 947 jovens foram apoiados;
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Foram adquiridos mais de 41 mil imóveis ao abrigo do regime;
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O valor médio das habitações rondou os 205 mil euros;
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A poupança fiscal média por imóvel situou-se acima dos 6 mil euros.
Estes números demonstram o alcance da política pública na mitigação das dificuldades de acesso à habitação por parte da população jovem.
Garantia Pública no Crédito à Habitação
Complementarmente à isenção fiscal, o Estado disponibiliza um mecanismo de garantia pública até 15% do valor da aquisição, permitindo que jovens com menor capacidade de entrada inicial consigam obter financiamento bancário.
Esta solução tem sido determinante para reduzir a exigência de capitais próprios e facilitar a aprovação de crédito junto das instituições financeiras.
Vantagens da Isenção de IMT para Jovens
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Redução significativa dos custos iniciais de compra;
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Maior facilidade no acesso ao crédito à habitação;
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Incentivo à fixação de jovens no território nacional;
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Estímulo ao mercado imobiliário residencial.
Conclusão
A Isenção de IMT Jovem representa uma das mais relevantes medidas fiscais de apoio à habitação em Portugal nos últimos anos. Ao reduzir os encargos fiscais e facilitar o acesso ao crédito, o Governo pretende criar condições mais favoráveis para que os jovens possam concretizar o objetivo de adquirir a sua primeira casa.
Para obter informação detalhada e atualizada sobre elegibilidade e procedimentos, recomenda-se a consulta dos canais oficiais do Governo de Portugal e da Autoridade Tributária.
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Comprar casa pode ser até 550 euros mais barato por mês do que arrenda
A descida das taxas de juro e as rendas elevadas tornam comprar casa mais económico do que arrendar, com poupanças mensais que podem chegar aos 550 euros.

Comprar casa pode ser até 550 euros mais barato por mês
Comprar casa pode ser até 550 euros mais barato por mês do que arrendar, como resultado da descida das taxas de juro e dos valores elevados das rendas no mercado imobiliário português.
Comprar casa ou arrendar: uma decisão cada vez mais desequilibrada
A escolha entre comprar casa ou arrendar sempre foi uma das principais decisões para quem procura autonomia habitacional. No entanto, o atual contexto do mercado imobiliário alterou de forma significativa esta equação.
A escassez de imóveis disponíveis para arrendamento e o aumento contínuo das rendas tornaram o arrendamento uma opção financeiramente mais onerosa. Em muitos casos, a compra de casa com recurso a crédito à habitação revela-se mais vantajosa, mesmo perante preços de venda elevados.
Rendas elevadas pressionam as famílias para a compra de habitação
O mercado de arrendamento encontra-se sob forte pressão, com uma oferta limitada e valores mensais que consomem uma parte significativa do rendimento das famílias. Esta realidade tem levado muitos agregados familiares a reconsiderar a compra de habitação como alternativa ao arrendamento.
Apesar do investimento inicial associado à compra, a prestação mensal do crédito à habitação tende a ser mais previsível e, frequentemente, inferior à renda praticada para imóveis com características semelhantes.
Descida das taxas de juro reforça a vantagem de comprar casa
Após o pico das taxas de juro registado desde 2022, uma política monetária mais favorável e um maior controlo da inflação proporcionaram algum alívio nas prestações bancárias.
Esta descida tornou o crédito à habitação mais acessível e acentuou a diferença entre comprar casa e arrendar. Em várias cidades, a poupança mensal associada à compra pode atingir cerca de 550 euros, mesmo considerando encargos como IMI, condomínio e custos de manutenção.
Exemplo prático evidencia poupança mensal significativa
Em zonas urbanas como o Porto, o arrendamento de um apartamento com cerca de 80 metros quadrados pode ultrapassar os 1.390 euros mensais. Em comparação, a compra de um imóvel com características semelhantes implica encargos mensais a rondar os 1.040 euros.
Esta diferença demonstra que comprar casa pode ser financeiramente mais sustentável a médio e longo prazo, num mercado onde a procura continua a superar largamente a oferta.
Comprar casa como opção financeiramente racional
Comprar casa deixou de ser apenas uma escolha associada à estabilidade habitacional e passou a representar, para muitas famílias, a opção mais racional do ponto de vista financeiro, face às atuais condições do mercado imobiliário e do arrendamento em Portugal.
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Mercado imobiliário no Porto: mais de 60% das casas são vendidas em planta ou no início da obra
Procura elevada e escassez de oferta impulsionam vendas antecipadas

A dinâmica do mercado imobiliário no Porto resulta de vários fatores que atuam em simultâneo. Em primeiro lugar, a escassez de nova oferta habitacional pressiona o ritmo das vendas. Em segundo lugar, os promotores imobiliários procuram assegurar níveis mínimos de pré‑venda antes de avançarem com as obras.
Além disso, muitos investidores compram antecipadamente porque esperam uma valorização do ativo até à conclusão do projeto. Assim, as vendas em planta tornam‑se uma estratégia recorrente tanto para quem promove como para quem compra.
Diferenças entre segmentos do mercado
No segmento mainstream e médio‑alto, as vendas antecipadas ocorrem com grande frequência. Nestes casos, os compradores decidem rapidamente, sobretudo quando encontram preços competitivos e boas localizações.
Por outro lado, no segmento premium, o processo de decisão é mais seletivo. Embora também existam vendas em fase de projeto, os compradores analisam com mais cuidado as características do imóvel e o posicionamento do empreendimento.
Perfil dos compradores no mercado imobiliário no Porto
O perfil dos compradores mostra uma clara divisão entre habitação própria e investimento. Por um lado, entre 55% e 65% das aquisições são feitas por famílias, sobretudo jovens, que procuram casa própria em zonas menos centrais e mais acessíveis.
Por outro lado, entre 35% e 45% dos negócios destinam‑se a investimento. Nestes casos, os compradores procuram rendimentos através do arrendamento de longo prazo ou da valorização patrimonial. Além disso, destacam‑se as tipologias T0 e T1 em localizações com maior liquidez ou procura internacional.
Ritmo de vendas e tempo de permanência no mercado
Os empreendimentos residenciais novos no Porto permanecem no mercado, em média, entre 2 e 6 meses. No entanto, os tipos mais procurados, como T1 e T2, vendem‑se ainda mais rapidamente.
Em contraste, no segmento premium, o processo de venda é mais demorado. Nestes casos, a decisão dos compradores pode prolongar‑se para além dos nove meses, sobretudo quando se trata de imóveis de valor elevado.
Evolução dos preços no mercado imobiliário no Porto
Ao longo da última década, o preço médio por metro quadrado no Porto aumentou de cerca de 1.000 euros para quase 3.000 euros. Além disso, em zonas muito valorizadas, existem imóveis que atingem valores de até 10.000 euros por metro quadrado.
Esta evolução confirma a forte pressão da procura sobre a oferta disponível. Por conseguinte, os preços mantêm‑se elevados em vários segmentos do mercado.
Tendência de curto e médio prazo
A elevada procura por habitação própria e por investimento continua a impulsionar a absorção rápida da oferta. Consequentemente, o mercado imobiliário no Porto mantém‑se dinâmico e competitivo.
Enquanto a oferta nova permanecer limitada, é expectável que as vendas em planta continuem a representar uma parte significativa do mercado. Assim, este modelo deverá manter‑se como uma das principais formas de comercialização de habitação nova na cidade.
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Qual é o preço médio por metro quadrado para comprar apartamento em Vila Nova de Gaia?
Qual é o preço médio por metro quadrado para comprar apartamento em Vila Nova de Gaia?
O preço médio por metro quadrado para apartamentos em Vila Nova de Gaia continua a aumentar, refletindo a elevada procura por habitação no concelho e a crescente atratividade da região junto de famílias, investidores e compradores internacionais.
Segundo a análise do mercado imobiliário realizada em junho de 2026, o valor médio para comprar um apartamento em Vila Nova de Gaia situa-se nos 3.048 €/m². No entanto, este número representa apenas uma média estatística. O preço efetivo pode variar significativamente em função da freguesia, da localização específica, da proximidade ao rio Douro ou às praias, da idade do edifício, da qualidade da construção e das características do imóvel.
Neste artigo analisamos a evolução dos preços, as diferenças entre freguesias, os fatores que influenciam o valor dos apartamentos e as perspetivas para quem pretende comprar casa ou investir em Vila Nova de Gaia.
Como foi elaborada esta análise?
Esta análise resulta da avaliação dos preços médios praticados no mercado imobiliário de Vila Nova de Gaia durante junho de 2026, complementada com a experiência diária da equipa da Chave Nova Gaia Norte, que acompanha compradores, vendedores e investidores no mercado residencial do concelho.
Os valores apresentados representam preços médios por metro quadrado. Cada imóvel possui características próprias como localização, exposição solar, estado de conservação, certificação energética, garagem, vistas ou áreas exteriores que podem influenciar significativamente o preço final.
Esta metodologia procura oferecer uma visão realista do mercado, ajudando os leitores a compreender as tendências atuais e a tomar decisões mais informadas.
Qual é o preço médio por metro quadrado para apartamentos em Vila Nova de Gaia?
Em junho de 2026, o preço médio por metro quadrado para apartamentos em Vila Nova de Gaia é de 3.048 €/m².
A diferença face às moradias demonstra que o mercado de apartamentos continua a concentrar a maior procura, sobretudo nas zonas com construção recente e maior proximidade ao Porto.
| Tipo de Imóvel | Preço Médio |
|---|---|
| Apartamentos | 3.048 €/m² |
| Média geral de todos os imóveis | 2.844 €/m² |
| Moradias | 2.330 €/m² |
Nos últimos anos, Vila Nova de Gaia consolidou-se como uma das alternativas mais procuradas ao Porto, oferecendo uma excelente combinação entre qualidade de vida, acessibilidade, novos empreendimentos e preços ainda mais competitivos.
Porque continua Vila Nova de Gaia a valorizar?
A valorização do mercado imobiliário de Gaia resulta da conjugação de vários fatores estruturais.
Entre os principais destacam-se:
- proximidade ao Porto;
- excelentes acessibilidades rodoviárias e de Metro;
- crescente procura por habitação nova;
- elevada qualidade dos novos empreendimentos;
- proximidade às praias;
- zonas ribeirinhas altamente valorizadas;
- forte procura por parte de investidores.
Na experiência da equipa da Chave Nova, é cada vez mais frequente acompanhar famílias que anteriormente procuravam casa no Porto e que optam por Vila Nova de Gaia devido à possibilidade de adquirir apartamentos maiores pelo mesmo orçamento.
Esta tendência tem contribuído para manter uma procura elevada em praticamente todas as freguesias do concelho.
Preço por metro quadrado nas principais freguesias de Vila Nova de Gaia
Os preços variam significativamente entre freguesias.
Enquanto algumas zonas premium ultrapassam os 3.500 €/m², existem ainda áreas onde é possível comprar apartamentos por valores inferiores a 2.000 €/m².
| Freguesia | Preço Médio |
|---|---|
| Canidelo | 3.558 €/m² |
| Santa Marinha e São Pedro da Afurada | 3.450 €/m² |
| Mafamude e Vilar do Paraíso | 2.776 €/m² |
| Oliveira do Douro | 2.727 €/m² |
| Avintes | 2.191 €/m² |
| Serzedo e Perosinho | 1.787 €/m² |
A diferença superior a 1.700 €/m² entre as freguesias mais caras e as mais acessíveis demonstra a importância da localização na determinação do valor de um imóvel.
Canidelo: a freguesia mais valorizada de Vila Nova de Gaia
Com um preço médio de 3.558 €/m², Canidelo mantém-se como a freguesia mais cara para comprar apartamento.
Esta valorização resulta da combinação de vários fatores:
- proximidade às praias;
- vistas privilegiadas sobre o mar e o rio Douro;
- construção recente;
- elevada qualidade arquitetónica dos novos empreendimentos;
- excelentes acessos ao Porto.
Análise da equipa Chave Nova
Na nossa experiência diária, Canidelo continua a ser uma das zonas onde a procura supera frequentemente a oferta, sobretudo em apartamentos novos com certificação energética elevada e vistas para o mar. Sempre que surgem novos empreendimentos, verifica-se uma forte procura logo nas fases iniciais de comercialização.
Santa Marinha e São Pedro da Afurada continuam entre as zonas premium
Com 3.450 €/m², esta freguesia continua a beneficiar da proximidade ao centro histórico de Gaia, ao Cais de Gaia e às margens do Douro.
Além da procura para habitação própria, verifica-se também um interesse crescente por parte de investidores, motivado pela elevada procura no mercado de arrendamento e pelo potencial de valorização dos imóveis.
Mafamude e Vilar do Paraíso: uma das melhores relações qualidade-preço
Com um preço médio de 2.776 €/m², Mafamude e Vilar do Paraíso continuam a ser uma excelente opção para quem procura proximidade ao Porto sem os preços praticados nas zonas ribeirinhas.
As principais vantagens incluem:
- estação de Metro;
- escolas;
- comércio;
- serviços;
- rápidos acessos à A1;
- proximidade ao centro de Gaia.
É também nesta freguesia que se encontram alguns dos empreendimentos mais recentes, como o Park Square e o Jardins da Seara, Geminus, que oferecem apartamentos modernos, energeticamente eficientes e adaptados às necessidades atuais dos compradores.
Oliveira do Douro continua a afirmar-se
Oliveira do Douro apresenta atualmente um preço médio de 2.727 €/m².
Esta freguesia continua a captar compradores que procuram apartamentos recentes por valores inferiores aos praticados nas zonas premium, beneficiando simultaneamente da proximidade ao centro da cidade e das boas acessibilidades.
Nos últimos anos tem sido uma das zonas com maior crescimento da construção residencial.
Novos empreendimentos continuam a impulsionar o mercado
A construção nova desempenha um papel determinante na valorização do mercado imobiliário de Gaia.
Entre os empreendimentos que têm despertado maior interesse encontram-se:
- Park Square;
- Jardins da Seara
- Geminus;
- Quinta de Vilares;
- Carvalhos Village.
Atualmente, os compradores valorizam sobretudo imóveis que ofereçam:
- elevada eficiência energética;
- garagem;
- varandas amplas;
- espaços exteriores;
- zonas verdes;
- acabamentos contemporâneos;
- maior conforto térmico e acústico.
Esta evolução demonstra uma mudança nas prioridades dos compradores relativamente ao período anterior à pandemia, privilegiando imóveis mais eficientes e funcionais.
Vila Nova de Gaia ou Porto: onde compensa mais comprar apartamento?
Apesar da valorização registada nos últimos anos, Gaia continua a oferecer preços significativamente inferiores aos do Porto.
| Concelho | Preço Médio |
|---|---|
| Porto | ≈ 4.450 €/m² |
| Vila Nova de Gaia | 3.048 €/m² |
A diferença ronda os 1.400 €/m².
Na prática, este diferencial permite adquirir apartamentos com áreas superiores ou com melhores características mantendo um orçamento semelhante ao necessário para comprar no Porto.
Este continua a ser um dos principais fatores que explicam o aumento da procura em Vila Nova de Gaia.
O que influencia o preço por metro quadrado?
Embora os preços médios sejam uma excelente referência, o valor de cada apartamento depende de vários fatores.
Os mais relevantes são:
- localização;
- proximidade ao Metro;
- proximidade ao rio ou às praias;
- vistas;
- área útil;
- certificação energética;
- idade do edifício;
- qualidade dos acabamentos;
- existência de garagem;
- varandas ou terraços;
- estado de conservação.
Por este motivo, dois apartamentos localizados na mesma freguesia podem apresentar diferenças de preço bastante significativas.
Vale a pena investir em apartamentos em Vila Nova de Gaia?
Os indicadores atuais continuam a apontar para um mercado sólido.
Na perspetiva da equipa da Chave Nova, Vila Nova de Gaia reúne vários fatores que sustentam uma valorização consistente:
- forte procura residencial;
- crescimento demográfico;
- novos empreendimentos;
- melhoria das infraestruturas;
- proximidade ao Porto;
- elevada procura no mercado de arrendamento;
- boa qualidade de vida.
Naturalmente, qualquer decisão de investimento deve considerar o perfil do comprador, o horizonte temporal e as condições específicas do mercado no momento da aquisição.
Conclusão
O preço médio por metro quadrado para apartamentos em Vila Nova de Gaia confirma a crescente atratividade do concelho enquanto destino residencial e de investimento. Com uma média de 3.048 €/m², Gaia continua a oferecer uma alternativa competitiva ao Porto, combinando qualidade de vida, excelentes acessibilidades e uma oferta cada vez mais diversificada de empreendimentos modernos.
Para quem pretende comprar casa, acompanhar a evolução dos preços por freguesia e analisar as características específicas de cada imóvel é essencial para tomar uma decisão informada. Mais do que olhar apenas para o preço por metro quadrado, importa considerar fatores como localização, potencial de valorização e adequação do imóvel às necessidades de cada comprador.
Perguntas frequentes (FAQ)
Em junho de 2026, o preço médio situa-se nos 3.048 €/m².
Atualmente, Canidelo apresenta o valor médio mais elevado, com cerca de 3.558 €/m², seguido de Santa Marinha e São Pedro da Afurada.
As zonas de Serzedo e Perosinho e Avintes apresentam os preços médios mais acessíveis do concelho.
Sim. Em média, comprar apartamento em Vila Nova de Gaia custa cerca de 30% menos do que no Porto, embora algumas zonas premium de Gaia apresentem valores bastante próximos dos da cidade do Porto.
Regra geral, sim. Apartamentos inseridos em empreendimentos recentes, como Park Square, Jardins da Seara, Geminus, Quinta de Vilares e Carvalhos Village, tendem a apresentar maior procura e um potencial de valorização superior.
Comprar casa em Portugal para arrendar rende 6,5% no final de 2025
Comprar casa em Portugal para arrendar rende 6,5% no final de 2025
Comprar casa em Portugal para colocar no mercado de arrendamento continua a ser uma opção relevante para investidores e famílias com capacidade financeira. No final de 2025, este tipo de investimento apresentou uma rentabilidade bruta média de 6,5%, segundo dados do idealista, confirmando que o mercado do arrendamento mantém retornos atrativos, apesar de uma ligeira descida face ao ano anterior.
Num contexto de crise de acesso à habitação, o Governo tem defendido o reforço da oferta de casas para arrendar como uma das soluções estruturais. Neste cenário, comprar casa em Portugal para arrendar assume um papel central, tanto para investidores como para o próprio funcionamento do mercado imobiliário.
Comprar casa em Portugal continua a ser um bom investimento?
Rentabilidade bruta na habitação (%)

Apesar da redução da rentabilidade face a 2024, quando se situava nos 6,9%, comprar casa em Portugal para arrendar continua a ser um investimento relativamente seguro. A descida de 0,4 pontos percentuais indica um mercado mais estável e com menor risco, sobretudo quando comparado com períodos de maior volatilidade.
Importa notar que a rentabilidade atual permanece:
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1 ponto percentual acima de 2021, quando era de 5,5%
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alinhada com um contexto de forte procura por habitação
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sustentada por um mercado de arrendamento estruturalmente pressionado
O que explica a rentabilidade de comprar casa para arrendar em Portugal?
A rentabilidade bruta resulta da relação entre o preço de compra dos imóveis e o valor das rendas. No final de 2025, os dados mostram que:
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os preços das casas subiram 6,8% em termos anuais
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as rendas aumentaram apenas 0,9%, segundo o índice de preços do idealista
Esta diferença penaliza a rentabilidade, sobretudo nos grandes centros urbanos, mas também contribui para reduzir o risco do investimento. Regra geral, quanto menor a rentabilidade, menor o risco, e vice-versa.
Convém sublinhar que a rentabilidade bruta não inclui:
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impostos
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custos de manutenção
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períodos sem inquilino
Ainda assim, é um dos principais indicadores para quem pondera comprar casa em Portugal como investimento.
Em que cidades é mais rentável comprar casa em Portugal para arrendar?
Cidades com maior rentabilidade
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Bragança: 6,7%
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Coimbra: 6,3%
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Santarém: 6,1%
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Leiria: 6,0%
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Ponta Delgada: 5,9%
Estas cidades apresentam preços de compra mais baixos, o que melhora a rentabilidade. No entanto, o risco é mais elevado, podendo existir:
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maior dificuldade em arrendar
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menor liquidez
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menor potencial de valorização futura
Mercados intermédios: equilíbrio entre risco e retorno
Cidades como:
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Braga e Évora (5,7%)
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Porto e Setúbal (5,4%)
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Viseu (5,3%)
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Viana do Castelo (5,2%)
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Funchal e Aveiro (5,0%)
oferecem um equilíbrio interessante para quem pretende comprar casa em Portugal para arrendar, combinando procura relativamente estável com níveis moderados de risco.
Valores medianos
Dados do 4.º trimestre de 2025

Comprar casa em Lisboa: menos rentabilidade, mais segurança
Lisboa registou a rentabilidade mais baixa do país (4,4%), apesar de apresentar das rendas mais elevadas. Este resultado deve-se aos preços de compra muito elevados dos imóveis.
Ainda assim, comprar casa em Lisboa continua a ser visto como um investimento de baixo risco, uma vez que:
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a procura por arrendamento é constante
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o tempo médio para arrendar é reduzido
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existe maior probabilidade de valorização do imóvel
Comprar casa em Portugal ou investir noutros segmentos imobiliários?
A análise do idealista mostra que outros segmentos apresentam rentabilidades superiores:
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escritórios: 8,1%
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lojas: 8,0%
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garagens: 5,8%
Apesar disso, comprar casa para arrendar em Portugal continua a ser uma opção mais acessível e compreensível para a maioria dos investidores, sobretudo pela estabilidade do mercado habitacional.
Ler toda a noticia em idealista






